02 julho 2015
15 junho 2015
21 agosto 2013
07 agosto 2013
30 janeiro 2013
Metallica: os segredos de "Enter Sandman" e do "Black Album"
Hoje em dia, o METALLICA é chamado apropriadamente de ‘monstro do Metal’. Mas esse nem sempre foi o caso. Depois de descobrirem que sua cidade natal não era receptiva ao estilo de metal deles, a formação daquela época (JAMES HETFIELD, LARS ULRICH, RON MCGOVNEY e DAVE MUSTAINE) foi pra Los Angeles no começo dos anos 80 para cavarem sua trilha na cena musical. Eles arrebataram seguidores, mas se viram batalhando contra as ascendentes bandas de ‘hair metal’ pela verdadeira dominação. Então eles voltaram para a Bay Area, onde fizeram um show com a banda TRAUMA, cujo baixista, CLIFF BURTON, juntaria-se ao Metallica pouco depois, substituindo Govney.
Rumores sobre a verdadeira razão pela qual Mustaine foi chutado da banda depois de algumas semanas na Grande Maçã abundam, mas o guitarrista foi mandado de volta e substituído pelo guitarrista Kirk Hammett. O Metallica lançou ‘KIll’Em All’ e ‘Ride The Lightning’, e em 1986, ‘Master of Puppets’ os ajudou a obter uma vaga abrindo para Ozzy Osbourne. Mas a euforia logo deu lugar à dor quando um acidente inusitado de ônibus matou Burton. Ainda assim, a banda se recompôs, recrutando Jason Newsted para o cargo. Eles de cara lançaram um EP e em seguida seu quarto disco ‘full length’, ‘… And Justice For All’. È nesse ponto que vemos a banda à beira de pisar no mega-estrelato mundial.
Em 1989, a banda chamou o produtor Bob Rock, com quem não tinham trabalhado antes, para ajudar a esculpir sua próxima obra-prima. Rock tinha acabado de produzir ‘Dr. Feelgood’, do Mötley Crüe, e os membros do Metallica queriam reproduzir os mesmos timbres de freqüências graves obtidas naquele disco. Rock trouxe o engenheiro Randy Staub pro estúdio One on One em North Hollywood para começar o longo e árduo processo de gravação do que se convencionou a chamar de ‘The Black Album’ e seu primeiro single, ‘Enter Sandman’.
Não só a banda estava trabalhando com novos tipos criativos, mas Rock e Staub trouxeram consigo uma nova maneira de gravar um disco. “O processo foi muito diferente de qualquer outro disco no qual eu trabalhei – ou desde então – no que diz respeito a eles terem gravado seus discos anteriores é que eles construíam uma trilha click porque havia muitas diferenças de tempo na estrutura das músicas deles na época”, diz Staub. “James ia e tocava uma parte de guitarra, e daí Lars ia tocava bateria em cima daquilo, mas ele não tocava do começo ao fim. Ele tocava a primeira estrofe até acertar e daí parava e fazia o refrão e parava e começava de novo até que eles tivessem uma trilha de bateria. E daí eles faziam o que se chama de ‘air cuts’: você removia fisicamente um pedaço da fita à frente de uma batida, um bumbo, e isso coloca o bumbo no tempo certo. Então depois que Lars terminava as trilhas de bateria, James ia lá e tocava todas suas partes de guitarra, e daí ele gravava a voz, e daí colocavam o baixo por último. Todo mundo tocando separado, ninguém tocava junto.”
Mas para o Black Album, Rock e Staub queriam ter os quatro membros tocando juntos na mesma sala. “Eles achavam que era muito trabalhoso”, diz Rock, “e eles não entendiam isso. Essa era a única maneira que eu sabia fazer um disco. Pra mim, tratava-se de capturar o sentimento que eles queriam. Eu achei que havia esse peso e volume e corpo neles que eu nunca tinha captado nos outros discos; não estou dizendo que eles não tinham. Eu acho que foi mais difícil pra Kirk trabalhar comigo porque ele tinha que tocar os solos em cada tomada, mas no fim das contas, quando era hora de tocar os solos, nós ouvíamos a tudo direto, e ele teve muitas de suas idéias por causa disso.”
Bob e Lars
“Era raro pra eles estar numa mesma sala e tocar todo mundo junto,” emenda Staub. “Mas do jeito que eles gravam as músicas, é uma forma de construção. Eles nunca tocam uma música do começo ao fim. Os caras tocam as partes deles e Lars tocava e sentia a melodia. Fazíamos isso em dois, três rolos de fita (em um gravador Studer de 2 polegadas) e daí gravávamos o refrão e depois as viradas de bateria. Eventualmente, tínhamos todas as partes gravadas e daí Bob e Lars as escutavam e faziam uma tabela das partes que eles queriam. Eu ia lá e emendava as fitas uma na outra – cortar a fita fisicamente e adesivá-las com fita para fazer o que é quase a trilha final de bateria.”
“A fita era tão emendada, eu tinha medo de tocar ela porque quase toda batida tinha um corte em cima. Nós a transferimos para uma máquina digital 3224 na época e aquela se tornou a trilha master de bateria, e dela James tocou suas guitarras, as linhas de baixo foram gravadas logo em seguida e daí os overdubs. Era como uma ‘edificação’. Todo esse processo demorou, ah, semanas (risos).”
“Eu não acho que Randy já tinha editado fitas desse modo,” diz Rock. “O modo no qual estávamos editando as fitas é como muitas pessoas fazem agora no Pro Tools. Cortávamos muito; é lendário. «risos» Havia tantos cortes na fita analógica que tivemos que transferi-la para um console digital de 24 canais da Sony porque não conseguiríamos tocar aquela fita muitas vezes sem arrebentá-la. Essa Sony foi a primeira máquina digital com a qual me senti à vontade.”
Fica difícil dizer como exatamente eles gravaram “Enter Sandman”, porque a banda pulava de uma música pra outra, trabalhando em cima da bateria primeiro. “Eu acho que gravamos metade do disco primeiro e isso durou três meses,” diz Staub. “E daí começamos a fazer overdubs e demos uma folga pro Lars. E daí voltamos e fizemos a segunda metade do disco. O disco inteiro tomou seis dias por semana, por meses a fio.”
Randy Staub
De acordo com Rock, a demo de “Enter Sandman” tinha o riff e a levada basicões, mas os arranjos foram trabalhados muito na pré-produção. Originalmente, a primeira letra de Hetfield falava abertamente sobre morte súbita no berço. “E eu tive o maravilhoso encargo de dizer a ele que a letra não tava muito boa, que ele poderia melhorá-la.”, diz Rock. “Eu disse a ele, ‘eu acho que você pode achar uma maneira de dizer o que quer sem ser tão direto’. E isso foi o começo de uma maravilhosa amizade.”
Quando Hetfield voltou pra prancheta das letras, ele veio com a ideia de colocar uma oração infantil clássica no meio da música. Então durante a pausa pro Natal, Rock e seu filho, Mick, foram até seu estúdio caseiro e gravaram a letra: “Now I lay down to sleep/I pray the Lord my soul to keep…” Ao voltar pro estúdio depois da folga, rock tocou a gravação para Hetfield, que ficou feliz com o resultado.
Rock e Staub gravaram através do SSL do One on One usando vários pré-amplificadores de microfone Neve. Quanto à sala, ela precisou ser tratada um pouco já que tinha muitas superfícies macias, então Staub e Rock cobriram tais superfícies fisicamente com placas de compensado [com um lado pintado] para criar uma sala mais ‘viva’ para Ulrich. Muita atenção foi dada a detalhes do enorme kit de Ulrich, usando mais de 50 microfones para dobrar e triplicar a microfonagem do kit e da sala. Entre os outros microfones estava o Neumann FET para a voz de Hetfield [apesar de ele ter feito a trilha com um 57]. “James tinha uma técnica muito específica para cantar,” conta Staub. “Ele queria cantar muito mais do que nos outros discos – e muito disso veio de Bob.”
Uma vez que as trilhas de bateria foram gravadas, a sala de gravação ao vivo foi posta em uso para Newsted gravar o baixo – que tocou por meio de algumas caixas SVT e um DI. A guitarra de Hammett, ele tocou com amplificadores Marshall com cabeçotes Mesa-Boogie.
O setup de guitarra de Hetfield era um pouco mais intenso: “Nós acabamos construindo esse gabinete enorme de guitarra pra ele,” diz Staub. “Acho que ele tinha um cabeçote Marshall antigo, e essa era só uma parte do som. Eu acho que o setup padrão dele era esse cabeçote Mesa-Boogie e todos esses outros amplificadores que estavam lá para dar mais corpo ao som. Geralmente dava num tom meio cavado. Eu acho que tínhamos nove ou onze gabinetes – uns empilhados em cima dos outros, uns abafando um ao outro – e daí construímos essa enorme barraca em volta dessa pilha de gabinetes acortinados porque enquanto dávamos forma ao som de guitarra de James, ele ficava dizendo, ‘eu quero que tenha mais crunch’ E pra mim e pra Bob, o crunch era um lance mais hi-end, mas pra ele, crunch era essencial. O que ele queria era que quando ele tocasse as cordas baixas, ele queria que elas ressoassem mais. E a única maneira de conseguir isso era acortinando essa sala pequena em volta dos gabinetes e colocávamos alguns microfones a uma distância maior para conseguir um pouco de ambiência.”
Essa atenção minuciosa permeou a produção do Black Album, e Staub dá um exemplo: “Quando nós estávamos gravando a bateria, nós mudávamos a pele da caixa oito, dez vezes ao dia, e ele tocava dois ou três takes naquela pele. E daí tava na hora de trocar a pele, eu pegava uma amostra de como a caixa soava e daí de 30 minutos até duas horas para encaixar o som daquela caixa nova com o som da anterior.”
Outro exemplo: “Com a guitarra de James, nós chegamos ao ponto em que, ao invés de tocar aquela parte de guitarra do começo ao fim da música, nós tocávamos do começo até o refrão, mudávamos as cordas, e daí fazíamos a dobra do começo até o refrão. Desse modo, as cordas estavam boas quando chegávamos ao fim da música. E demorava dias pra fazer isso.”
“Enter Sandman” foi a primeira faixa a ser mixada nos estúdios A&M [Hollywood]. No console SSL 4000 deles. E até a mixagem foi um estudo de perfeição microscópica. “Uma das grandes coisas naquela época era que eu usava o compressor da SSL como compressor ‘bus’”, diz Rock. “Mas James não gostou do que aquilo fazia com suas guitarras, o que me fez ter que repensar a maneira que mixo. O que eu bolei foi, o fato da SSL ter três buses principais. Então eu poderia colocar o compressor da SSL pra bateria e pro baixo, e eu poderia deixar as guitarras sem compressão, que é o som de James. Esse é o grande segredo do som daquele disco. É por isso que ele tem aquele peso.”
Nessa altura do campeonato, Rock, Ulrich e Hetfield estavam no timão, decidindo sobre como o som da mixagem tinha que ser. “Lars era meio maníaco quanto ao pico do bumbo dele. Nós batizamos esse som de ‘bumbo vocalista’,” conta Staub enquanto ri. “Por vezes era uma briga entre James e Lars: James queria mais guitarra e Lars dizia que não havia pratos suficientes. Nós passamos tanto tempo em cima dos sons quanto passamos gravando. O som foi ajustado na gravação, não na mixagem. Eu acho que passamos um mês mixando.”
Rock acrescenta: “o que é grandioso sobre o Metallica é que eles têm essa postura que nós temos que fazer algo magnífico; nós temos que quebrar barreiras em termos do que as pessoas acham que é bom e não estamos dispostos a nos comprometer. No fim, nós precisávamos meio de que um chute na bunda para terminar o disco. Pelos últimos quatro ou cinco dias, eu acho que Randy e eu estávamos sobrevivendo à base de chiclete e café.”
E algum deles tinha alguma noção do sucesso que “Enter Sandman” – e o Black Album- teriam? “Eu, com certeza, não,” responde Staub. “Eu sabia que era um disco muito bom, mas quando ele foi finalizado, eu estava tão esgotado que eu não tinha nenhuma visão clara dele. Mas eu sabia que ele era muito bom. Eu tenho orgulho daquele disco – especialmente do tanto de tempo que eu trabalhei nele. Bob e eu brincamos que nós nunca nos recuperamos completamente daquele disco.”
“Quando você está dentro do lance, você não sabe como vai acabar soando”, diz Rock. “Eu só estava tentando ajudá-los a fazer o álbum que eles tinham na mente deles da melhor maneira que eu podia. E no fim, eu disse a eles, ‘Isso é ótimo, mas não me liguem mais [risos]. Eu não vou fazer isso de novo.”
Mas isso, obviamente, não era verdade, já que Rock e o Metallica continuariam a fazer discos juntos por vários anos – mesmo ao longo da saída de Jason e a introdução de Robert Trujillo. A banda e Rock se separaram depois de acabarem a produção de ‘St. Anger’ [2003]. Rock continua a produzir muitos grandes discos.
Staub também trabalhou em ‘Load’, ‘Reload’, e ‘Garage Inc.’ e desde então fez um belo nome pra si próprio, chegando a ser indicado para o Juno Awards como Engenheiro Fonográfico do Ano por nove vezes e ganhando em 2002 por seu trabalho em ‘How You Remind Me’ e ‘Too Bad’ do Nickelback. Ele ainda vive e trabalha em Vancouver, trabalhando com artistas como o Stone Sour, Avril Lavigne e Alice In Chains.
Esta é uma matéria antiga do site Whiplash.Net.
Fonte: Metallica: os segredos de "Enter Sandman" http://whiplash.net/materias/curiosidades/149968-metallica.html?utm_source=dlvr.it&utm_medium=twitter#ixzz2JSYdF0Oy
07 abril 2012
03 fevereiro 2012
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30 janeiro 2012
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23 fevereiro 2011
Entenda como funcionam os potenciometros da sua Guitarra.
Aí vão algumas dicas para entender a diferença entre os potenciômetros utilizados na sua Guitarra.
Logarítmico: É o potenciômetro que fecha praticamente todo o som logo no começo do curso. Percebe-se que o som já está quase todo fechado entre o (9) e o (7). Do (7) em diante praticamente não se percebe diferença ao girar. Em algumas marcas vem a letra A escrito. Normalmente é utilizado como Volume.
Linear: É o potenciômetro que fecha o som mais lentamente. Quando você gira até metade do seu curso (5), ele fecha metade do som. Em algumas marcas vem a letra B escrito. Normalmente é utilizado como Tone.
Ambas características Logarítmico e Linear, não interferem em nada o timbre do instrumento, interferem somente na graduação da abertura e fechamento do som.
250k Encontrado normalmente em guitarras com captadores singles. O som tende a ficar mais grave.
500k Encontrado normalmente em guitarras com captadores humbuckers. O som tende a ficar mais agudo.
1M Encontrado em algumas guitarras vintages e nos noiseless. O som tende a ficar mais agudo.
Quanto maior o valor do potenciômetro, maior a fidelidade do som, quanto menor o valor, menos agudo sai do instrumento, logo utiliza-se potenciômetros de menor valor para deixar menos agudo o som.
Push Pull: É o potenciômetro que serve também como chave. Normalmente é uma chave dpdt on on, que serve para desativar uma das bobinas de um humbucker, entre outras funções.
Canhoto Logarítmico: É um potenciômetro logarítmico utilizado nos instrumentos de canhoto, já que o log normal instalado em uma guitarra canhota, ao invés de fechar o volume rapidamente entre o 9 e o 7, fecharia rapidamente entre o 3 e o 1, o que fica invertido. Inverter os fios ao soldar o pot não
resolve o problema.
Não existe uma regra para a escolha dos potenciômetros logo que todos vão funcionar, deve-se então levar em conta as características do instrumento e o gosto do músico na hora de escolher.
O que normalmente vem de fábrica nos instrumentos e é acolhido como correto são as seguintes configurações:
Stratocaster de 3 singles: Log de 250 k nos três pots ou Log de 250 k no volume e Lineares de 250 k nos tones.
Les Paul, SG: Log de 500 K em todos ou Log de 500 k no volume e Lineares de 500 k nos tones.
Altura da rosca:
Curtos: Tem a rosca de aproximadamente 6mm de altura e servem para instalar somente em escudos.
Médios: Tem a rosca com altura de aproximadamente 1 cm e servem na maioria dos instrumentos onde instala-se na madeira. Pode-se utilizar em escudos também colocando-se mais arroelas para aumentar a altura, ou deixando-os um pouco mais altos mesmo.
Longos: Tem a rosca com 1,8 cm de altura aproximadamente e servem em guitarras modelo Les Paul, que necessitam de uma haste maior para atravessar o corpo. Muitas Les Pauls que não são da Gibson e alguns modelos da Gibson não necessitam de tanta altura.
Referente a qualidade dos potenciômetros: O que difere na qualidade de um potenciômetro é a qualidade sonora e a durabilidade, logo os pots de melhor qualidade soam melhor, valorizando o som do instrumento e evitam gastos freqüentes com a compra de pots novos e com a mão de obra do técnico que irá trocá-los.
Existe muito mais conhecimento sobre potenciômetros além do que foi escrito aqui, este guia serve apenas para quem quer ter uma noção básica para poder escolher os potenciômetros do seu instrumento.
A regra Básica é:
Capitador Single = 250k
Capitador Humbucker = 500k
Volume = Log
Tone = Linear
Escudo = Rosca curta
Madeira = Rosca média
Les Paul = Rosca Longa
Valeu...
http://guia.mercadolivre.com.br/propriedades-potenciometros-instrumentos-musicais-55599-VGP
Logarítmico: É o potenciômetro que fecha praticamente todo o som logo no começo do curso. Percebe-se que o som já está quase todo fechado entre o (9) e o (7). Do (7) em diante praticamente não se percebe diferença ao girar. Em algumas marcas vem a letra A escrito. Normalmente é utilizado como Volume.
Linear: É o potenciômetro que fecha o som mais lentamente. Quando você gira até metade do seu curso (5), ele fecha metade do som. Em algumas marcas vem a letra B escrito. Normalmente é utilizado como Tone.
Ambas características Logarítmico e Linear, não interferem em nada o timbre do instrumento, interferem somente na graduação da abertura e fechamento do som.
250k Encontrado normalmente em guitarras com captadores singles. O som tende a ficar mais grave.
500k Encontrado normalmente em guitarras com captadores humbuckers. O som tende a ficar mais agudo.
1M Encontrado em algumas guitarras vintages e nos noiseless. O som tende a ficar mais agudo.
Quanto maior o valor do potenciômetro, maior a fidelidade do som, quanto menor o valor, menos agudo sai do instrumento, logo utiliza-se potenciômetros de menor valor para deixar menos agudo o som.
Push Pull: É o potenciômetro que serve também como chave. Normalmente é uma chave dpdt on on, que serve para desativar uma das bobinas de um humbucker, entre outras funções.
Canhoto Logarítmico: É um potenciômetro logarítmico utilizado nos instrumentos de canhoto, já que o log normal instalado em uma guitarra canhota, ao invés de fechar o volume rapidamente entre o 9 e o 7, fecharia rapidamente entre o 3 e o 1, o que fica invertido. Inverter os fios ao soldar o pot não
resolve o problema.
Não existe uma regra para a escolha dos potenciômetros logo que todos vão funcionar, deve-se então levar em conta as características do instrumento e o gosto do músico na hora de escolher.
O que normalmente vem de fábrica nos instrumentos e é acolhido como correto são as seguintes configurações:
Stratocaster de 3 singles: Log de 250 k nos três pots ou Log de 250 k no volume e Lineares de 250 k nos tones.
Les Paul, SG: Log de 500 K em todos ou Log de 500 k no volume e Lineares de 500 k nos tones.
Altura da rosca:
Curtos: Tem a rosca de aproximadamente 6mm de altura e servem para instalar somente em escudos.
Médios: Tem a rosca com altura de aproximadamente 1 cm e servem na maioria dos instrumentos onde instala-se na madeira. Pode-se utilizar em escudos também colocando-se mais arroelas para aumentar a altura, ou deixando-os um pouco mais altos mesmo.
Longos: Tem a rosca com 1,8 cm de altura aproximadamente e servem em guitarras modelo Les Paul, que necessitam de uma haste maior para atravessar o corpo. Muitas Les Pauls que não são da Gibson e alguns modelos da Gibson não necessitam de tanta altura.
Referente a qualidade dos potenciômetros: O que difere na qualidade de um potenciômetro é a qualidade sonora e a durabilidade, logo os pots de melhor qualidade soam melhor, valorizando o som do instrumento e evitam gastos freqüentes com a compra de pots novos e com a mão de obra do técnico que irá trocá-los.
Existe muito mais conhecimento sobre potenciômetros além do que foi escrito aqui, este guia serve apenas para quem quer ter uma noção básica para poder escolher os potenciômetros do seu instrumento.
A regra Básica é:
Capitador Single = 250k
Capitador Humbucker = 500k
Volume = Log
Tone = Linear
Escudo = Rosca curta
Madeira = Rosca média
Les Paul = Rosca Longa
Valeu...
http://guia.mercadolivre.com.br/propriedades-potenciometros-instrumentos-musicais-55599-VGP
20 janeiro 2011
03 dezembro 2010
WikiLeaks abala diplomacia dos EUA
Os bastidores da diplomacia dos EUA e de seus aliados foram expostos ontem de maneira inédita após a organização WikiLeaks divulgar 251.287 documentos secretos - entre despachos de embaixadas e consulados, transcrições de conversas entre autoridades, ordens internas e outros registros.
Os documentos mostram detalhes de como países árabes e Israel pressionaram os EUA a atacar o Irã, os laços entre Pyongyang e Teerã para desenvolver mísseis e até mesmo ordens para que diplomatas americanos atuassem como espiões em embaixadas no mundo e na sede da ONU. O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, estaria entre os espionados.
O governo americano condenou imediatamente o histórico vazamento (mais informações nesta página). Os documentos do WikiLeaks foram simultaneamente revelados pelos jornais The New York Times (EUA), The Guardian (Grã-Bretanha), El País (Espanha), Le Monde (França) e pela revista Der Spiegel (Alemanha). Eles cobrem um período que vai dos anos 60 até fevereiro.
Entre as informações mais polêmicas estão o pedido do rei Abdullah, da Arábia Saudita, para que Washington bombardeasse o Irã ‘cortando a cabeça da cobra’. Vários outros líderes do Golfo Pérsico também exortaram Washington a atacar Teerã.
Uma diretiva de 2008 do Departamento de Estado dos EUA orienta diplomatas americanos a espionar autoridades estrangeiras, revelando número de cartões de crédito e de milhagens, além de detalhes da vida privada de líderes mundiais.
Ucraniana. Há ainda informações sobre como os EUA tentaram retirar combustível nuclear do Paquistão, barganhas com países para que aceitassem presos de Guantánamo, além da invasão chinesa do sistema do Google, dando a Pequim acesso a computadores do governo americano. Sobre a América do Sul, há um relatório que investiga agentes da espionagem iraniana atuando no Paraguai.
Os documentos trazem também histórias curiosas como a ‘excelente’ relação entre os premiês italiano, Silvio Berlusconi, e russo, Vladimir Putin. Os dois trocariam com frequência tanto presentes quanto contratos de empresas. Sobre Muamar Kadafi, o líder líbio, afirma-se que ele viaja sempre acompanhado de ‘uma voluptuosa enfermeira loira da Ucrânia’.
Documentos antigos dão nova perspectiva a eventos históricos. Num deles, de 1979, o diplomata americano Bruce Laingen, que servia em Teerã, desdenha do ‘enorme egoísmo que povoa a psique persa’ ao observar a revolução. Pouco depois ele foi mantido refém na embaixada dos EUA.
NYT e THE GUARDIAN
04 outubro 2010
Concordo com o Touraine: Serra é um gênio da gestão pública!
As Organizações Serra (Globo, Folha, Estadão e Veja, entre outros) trouxeram, via Merval Pereira, a abalizada opinião do sociólogo francês Alain Touraine. Conforme mostrei em post anterior (clique aqui), Touraine disse que não conhece a Dilma mas acha que ela é despreparada para dar continuidade ao governo Lula. Em bom português: não conhece, não sabe nada a respeito e não gosta.
Já em relação ao Serra, ele não sabe nada sobre o seu governo em São Paulo mas acha que ele é perfeito para ser o continuador do Lula. Os petistas radicais ficaram furiosos com essa opinião. Já eu, concordo com o Touraine e acho, sim, que o Serra é um gênio da gestão pública.
Serra, o trabalhador compulsivo, num raro momento de lazer.
A seguir, apresentarei alguns programas de excelência da Gestão Serra, que foram comentados e elogiados aqui neste FBI:
1. Programa “Desaba São Paulo”
2. Programa “Alaga São Paulo”
3. Programa “Alaga Zona Leste”
4. PLAC – Programa Lata D’Água na Cabeça
5. Programa “Apaga São Paulo”
6. Programa “Já Vai Tarde”
7. Programa “São Paulo Dengoso”
8. Programa “Vá a Pé”
9. Inauguração de maquete
E ai? Ainda vai votar no Serra?
DILMA 13
Publicado originalmente em http://blogdadilma.blog.br/
30 setembro 2010
Novo álbum do Underøath em Ø9/11/1Ø
Com lançamento inicialmente marcado para o dia 26 de outubro, o próximo álbum da banda norte-americana Underøath agora está agendado para chegar às lojas em Ø9/11/1Ø. Batizado como “disambiguation”, o disco será lançado pelo selo Solid State/Tooth & Nail e marca a estréia da nova formação da banda.
Este será o primeiro disco do Underøath que não contará com nenhum dos integrantes da formação original da banda, já que o último remanescente, o baterista Aaron Gillespie, deixou o grupo em abril passado. Para assumir o posto de baterista a banda chamou Daniel Davison, ex-Norma Jean.
Com a mudança, a banda de metalcore cristã passa a contar com Spencer Chamberlain (voz, desde 2003), Timothy McTague (guitarra, desde 2001), Grant Brandell (baixo, desde 2002), James Smith (guitarra, desde 2003), Christopher Dudley (keyboards, desde 2000) e o novo baterista, Daniel Davison (2010).
Este será o primeiro disco do Underøath que não contará com nenhum dos integrantes da formação original da banda, já que o último remanescente, o baterista Aaron Gillespie, deixou o grupo em abril passado. Para assumir o posto de baterista a banda chamou Daniel Davison, ex-Norma Jean.
Com a mudança, a banda de metalcore cristã passa a contar com Spencer Chamberlain (voz, desde 2003), Timothy McTague (guitarra, desde 2001), Grant Brandell (baixo, desde 2002), James Smith (guitarra, desde 2003), Christopher Dudley (keyboards, desde 2000) e o novo baterista, Daniel Davison (2010).
Muitos falavam e mudanças no estilo da banda e muitas duvidas surgiram acerca da responsabilidade em substituir Aaron, principalmente por parte da mídia especializada e fãns da banda, porém após alguns meses de trabalho viu-se a competencia do novo baterista na execução das musicas antigas e em novas composições. Os vocais melódicos agora são executados também por Spencer e fica claro que, assim como Daniel, deu conta do recado. Ja circulam pela internet material (videos) onde a mudança pode ser conferida.
O último disco lançado pelo grupo foi “Lost in the Sound of Separation”, de 2008. Nesta turnê a banda chegou a fazer duas apresentações no Brasil, uma em Curitiba-PR e outra em São Bernado do Campo-SP.
A banda ja disponibiliza no site oficial http://underoath777.com o 1 single, lançado em partes (a cada 24 horas uma layer da musica), ou seja, até o momento voce escuta a bateria, percussão, contra-baixo e keyboards, restando ainda as guitarras e vocais. A atualização com novas layers ocorre diariamente as 20hs (horário de Brasília).
Vale a pena conferir o novo trabalho, diariamente.
16 junho 2010
14 março 2010
Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E você começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
E aprende a construir todas as suas estradas hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam. E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.
Aprende que falar pode aliviar dores emocionais. Descobre que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resta da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que se tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendermos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.
Aprende que não importa aonde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados. Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.
Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cair é uma das poucas que o ajudam a levantar-se. Aprende que a maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você já celebrou. Aprende que a mais dos seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama com tudo que pode, pois existem pessoas que não amam ou simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso. Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade que julga, você será em algum momento condenado.
Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás. Portanto plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar, que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!
“Nossas dádivas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar.”
09 março 2010
Procura-se
Procuro uma coisa que não tem nome.
Já a encontrei nas águas de algumas corredeiras, no topo e nas encostas de certas montanhas, no fogo ardente de alguns vulcões, nas nuvens de alguns ares, no mato fechado que guarda alguns vales.
Já a encontrei vezes e vezes – só não encontrei seu nome.
Voltarei à água, ao ar, à terra, e ao fogo, voltarei até descobrir.
Já a encontrei nas águas de algumas corredeiras, no topo e nas encostas de certas montanhas, no fogo ardente de alguns vulcões, nas nuvens de alguns ares, no mato fechado que guarda alguns vales.
Já a encontrei vezes e vezes – só não encontrei seu nome.
Voltarei à água, ao ar, à terra, e ao fogo, voltarei até descobrir.
08 março 2010
be a immortal...

Any picture can be improved by adding Immortal to it
This group is about the undisputed champions of ridiculous black metal pictures, and the limitless photoshop possibilities their awesomeness has afforded us.
Postado no Facebook por Nic Toumayan
Link no titulo da postagem.
Morri de rir...
Abraço, Vinas.
04 março 2010
momentum

As pessoas mais felizes não têm as melhores coisas.
Elas apenas fazem o melhor nas oportunidades que aparecem em seus caminhos.
A felicidade aparece para aqueles que choram, para aqueles que se machucam, para aqueles que buscam e tentam sempre, e para aqueles que reconhecem a importância das pessoas que passam por suas vidas.
O futuro é mais brilhante quando baseado num passado intensamente vivido.
Você só terá sucesso na vida quando perdoar os erros e as decepções do passado.
A vida é curta, mas as emoções e sentimentos que podemos deixar duram uma eternidade.
A vida não é de se brincar, porque um belo dia
se morre.
25 fevereiro 2010
07 fevereiro 2010
Stab City
Minha cabeça pesada, cheia de restosAs vezes eu gostaria que essa cidade afundasse no mar.
Porque até quando eu acho o amor,
É mentira.
E tudo que eu desejo tocar
Se quebraria.
De alguma forma estranha
É como se voce nunca estivesse lá
Voce apenas permanece flutuando
Se arrastando pelo ar.
Eu estive tão cansado
Mal posso respirar
Abra seus olhos
Pelo menos uma vez
E tente ver.
Então diga que vai me ver.
Essa cidade esqueleto
Com cobras sobre a grama.
Onde cada suspiro que voce dá
Parece ser o ultimo.
E até quando voce acha o amor
É mentira.
É tudo que voce quer tocar,
Irá se quebrar.
Nossos pés tortos
Vão queimando pela rua
E toda vez que estamos passando
Da pra sentir o ardor.
De 80.000 almas dormentes em chamas,
Há 50.000 delas gritando pra mim.
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